
Cumade Fulozinha
“O mato é meu. Você é visita. Visita se comporta.”
- Identidade civil
- A Dona do Mato (entidade; sem nome civil)
- Resumo
- Entidade antiga da caatinga, do folclore, desperta pela terraformação. Magia do mato — espinhos, miragens, maldições. Protege o sertão com crueldade ancestral. Imprevisível até para os Ceifadores.
- Origem
- Ela é mais velha que o sertão ter nome. Dorme nas moitas desde antes dos homens, acordando quando a mata sangra. A terraformação a acordou de vez — e ela não gostou do que viu. Agora cobra pedágio de quem entra no mato: respeito, ou a vida.
- Personalidade
- Criança arteira e velha cruel no mesmo corpo. Ri, engana, pune. Ama a mata; dos homens, desconfia de todos.
- Aparência
- Menina-mulher de cabelos de fogo vermelho-armado, pés virados para trás, corpo coberto de pinturas de jenipapo que se movem. Veste-se de folhas, espinhos e sombras. Sorriso de quem sabe um segredo terrível.
- Poderes
- Magia da caatinga (espinhos, cipós, miragens)Maldições e bênçãos do matoMetamorfose em bichos do sertãoImortalidade ligada à mata
- Paleta
- vermelho fogo · verde caatinga · preto jenipapo
Prancheta de poses

FrenteModelo base do personagem, proporção e traje
PerfilSilhueta lateral e volume
CostasDetalhes de costas e insígnias
Pose de açãoMovimento de combate característico
Pose de poderPoder em uso máximo
ExpressãoRosto em fúria, dor e determinação
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