
Sentinela Traída
Capitão Nacional · HQ 1 de 5 · 50 páginas
Numa missão de rotina, Aurélio encontra um servidor esquecido do programa Sentinela: 40 missões, 40 alvos inocentes. Cada nome, uma facada. Ele deserta na mesma noite, levando só o escudo e a lista. A caçada começa por quem assinou as ordens — de baixo para cima.
Antagonista
Alto-comando do programa Sentinela
HQ completa: R$ 14,90
Amostra grátis: as 3 primeiras páginas, para ler online ou baixar.
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Páginas 1–3 de 50 ·

Missão de rotina. Um servidor esquecido do programa Sentinela, no subsolo da Vertical.
Na tela: 40 missões. 40 alvos. Abro um por um — e o sangue some do meu rosto. Inocentes. Todos inocentes.
Meu reflexo no escudo: um assassino. Cada nome, uma facada. Quarenta facadas numa noite só.
Deserto na mesma noite. Só o escudo nas costas e a lista no bolso. Alarme, helicópteros — sumo na caatinga.
Amanhecer no sertão. Olho a lista de baixo pra cima, como manda a hierarquia. A caçada começa por quem assinou.

Você não pode entrar aqui!
Posso.
Interrogatório seco: nomes, datas, assinaturas. Ele entrega o próximo da lista, chorando.
Você acha que a lista termina? A lista te fez.
Pela primeira vez, hesito. O escudo pesa. Pátria amada... ou pátria que me usou?
Vive. E reza pra lista não ter teu nome duas vezes.

Penúltimo nome: o general que assinou as 40 ordens. Palácio orbital. Um exército de guarda.
Sozinho contra todos: escudo, tática, fúria contida. Batalha brutal e limpa.
KRAK
Eu te criei, Aurélio.
E eu vou te aposentar.
Não mato. Algemo ele com o próprio cinto e transmito os arquivos pra todos os mundos. Justiça, não vingança.
Na lista resta um nome — o último, no topo, rasurado. 'Quem é tu?'
E a Foice do Tempo brilha: o último nome não é deste tempo.
Sentinela Traída — amostra grátis
OS CEIFADORES · @ollidesignergráfico

Missão de rotina. Um servidor esquecido do programa Sentinela, no subsolo da Vertical.
Na tela: 40 missões. 40 alvos. Abro um por um — e o sangue some do meu rosto. Inocentes. Todos inocentes.
Meu reflexo no escudo: um assassino. Cada nome, uma facada. Quarenta facadas numa noite só.
Deserto na mesma noite. Só o escudo nas costas e a lista no bolso. Alarme, helicópteros — sumo na caatinga.
Amanhecer no sertão. Olho a lista de baixo pra cima, como manda a hierarquia. A caçada começa por quem assinou.

Você não pode entrar aqui!
Posso.
Interrogatório seco: nomes, datas, assinaturas. Ele entrega o próximo da lista, chorando.
Você acha que a lista termina? A lista te fez.
Pela primeira vez, hesito. O escudo pesa. Pátria amada... ou pátria que me usou?
Vive. E reza pra lista não ter teu nome duas vezes.

Penúltimo nome: o general que assinou as 40 ordens. Palácio orbital. Um exército de guarda.
Sozinho contra todos: escudo, tática, fúria contida. Batalha brutal e limpa.
KRAK
Eu te criei, Aurélio.
E eu vou te aposentar.
Não mato. Algemo ele com o próprio cinto e transmito os arquivos pra todos os mundos. Justiça, não vingança.
Na lista resta um nome — o último, no topo, rasurado. 'Quem é tu?'
E a Foice do Tempo brilha: o último nome não é deste tempo.