
Pátria Amada, Pátria Vendida
Capitão Nacional · HQ 3 de 5 · 50 páginas
A Coronel S.A. comprou as eleições orbitais e vai privatizar o ar. O Capitão invade a estação governamental sozinho, com a lista de traidores no bolso e o escudo na frente. Pátria amada, sim — mas a pátria que ele ama não está à venda.
Antagonista
Chanceler Vendido e a Coronel S.A.
HQ completa: R$ 14,90
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Páginas 1–3 de 50 ·

Brasília orbital em festa: a Coronel S.A. 'comprou' as eleições. Fogos, propaganda.
O anúncio: privatização do ar nas estações. Quem não paga, não respira.
Pátria amada, sim — mas a pátria que eu amo não está à venda.
Vou sozinho. É assunto de casa.
Infiltração: dutos, gravidade zero, seguranças.
Boa noite, vossa excelência.
BOOM

Caos no salão: seguranças de elite me cercam.
Batalha em gravidade zero: o escudo voa em curvas impossíveis. Preciso e brutal.
VUSH
O Chanceler foge pra câmara do ar — onde fica o controle da privatização.
Eu só assinei! A Coronel manda!
A caneta também é arma. E arma aponta pros dois lados.
Transmito a confissão ao vivo pra todas as estações. O povo nas docas assiste em silêncio — depois em fúria.

A guarda pretoriana da Coronel: dezenas contra um.
Vácuo parcial no hangar. O escudo racha. Eu, não.
RATATAT
Venço por teimosia pura — e hasteio no mastro a bandeira rasgada e remendada.
O ar volta a ser de todos. Nas docas, o povo respira fundo — e grita meu nome.
AURÉLIO!
Entre os papéis do Chanceler, um nome: o financiador oculto da compra.
Alguém 'de dentro do Curral'. Traidor em casa dói mais que inimigo na porta.
Pátria Amada, Pátria Vendida — amostra grátis
OS CEIFADORES · @ollidesignergráfico

Brasília orbital em festa: a Coronel S.A. 'comprou' as eleições. Fogos, propaganda.
O anúncio: privatização do ar nas estações. Quem não paga, não respira.
Pátria amada, sim — mas a pátria que eu amo não está à venda.
Vou sozinho. É assunto de casa.
Infiltração: dutos, gravidade zero, seguranças.
Boa noite, vossa excelência.
BOOM

Caos no salão: seguranças de elite me cercam.
Batalha em gravidade zero: o escudo voa em curvas impossíveis. Preciso e brutal.
VUSH
O Chanceler foge pra câmara do ar — onde fica o controle da privatização.
Eu só assinei! A Coronel manda!
A caneta também é arma. E arma aponta pros dois lados.
Transmito a confissão ao vivo pra todas as estações. O povo nas docas assiste em silêncio — depois em fúria.

A guarda pretoriana da Coronel: dezenas contra um.
Vácuo parcial no hangar. O escudo racha. Eu, não.
RATATAT
Venço por teimosia pura — e hasteio no mastro a bandeira rasgada e remendada.
O ar volta a ser de todos. Nas docas, o povo respira fundo — e grita meu nome.
AURÉLIO!
Entre os papéis do Chanceler, um nome: o financiador oculto da compra.
Alguém 'de dentro do Curral'. Traidor em casa dói mais que inimigo na porta.