
Coronéis de Terno
Lampião Negro · HQ 2 de 5 · 50 páginas
Os coronéis agora usam terno, compram terras orbitais e escravizam por contrato. Lampião monta sua lista como nos velhos tempos: nome, crime, data da cobrança. A Coronel S.A. oferece um acordo. Ele responde com os punhais. O sertão não negocia.
Antagonista
Diretoria da Coronel S.A.
HQ completa: R$ 14,90
Amostra grátis: as 3 primeiras páginas, para ler online ou baixar.
Amostra grátis
Páginas 1–3 de 50 ·

Sala de diretoria: ternos assinando a escravidão de um distrito orbital inteiro.
No esconderijo do sertão, ele estudava a planta da torre. A lista crescia na parede.
Infiltração pelos túneis de serviço — punhais de plasma cortando a porta blindada em silêncio.
Alarmes. Segurança em exoesqueletos convergindo. Ele, sorrindo no escuro.
Ele irrompeu na reunião, punhais acesos. Diretores mergulhando pra debaixo da mesa.

Luta brutal no corredor: punhais gêmeos rasgando exoesqueletos, fogo azul e faísca.
Créditos! Quanto você quiser!
Coronel que rouba do povo, o sertão cobra.
Ele leu os crimes de cada um, apontando o punhal, um por um.
O cofre arrombado. Contratos de escravos queimando numa pira de plasma azul.
Na beira da torre, ao amanhecer, os libertos aclamando na praça embaixo.

Ele voltou pro sertão num esquife corporativo roubado, a torre ardendo pra trás.
Festa na vila em honra dele. Crianças penduradas no casaco de couro.
Momento quieto: ele riscou o último nome da lista e queimou o papel. Fumaça subindo pras estrelas.
O sorriso morreu — uma fenda temporal se abria sobre a vila. Naves da Agência descendo.
O Caçador saindo da fenda — outro cangaceiro fora-do-tempo, punhais já acesos, sem código nenhum no olhar, espelhando a postura do herói.
Coronéis de Terno — amostra grátis
OS CEIFADORES · @ollidesignergráfico

Sala de diretoria: ternos assinando a escravidão de um distrito orbital inteiro.
No esconderijo do sertão, ele estudava a planta da torre. A lista crescia na parede.
Infiltração pelos túneis de serviço — punhais de plasma cortando a porta blindada em silêncio.
Alarmes. Segurança em exoesqueletos convergindo. Ele, sorrindo no escuro.
Ele irrompeu na reunião, punhais acesos. Diretores mergulhando pra debaixo da mesa.

Luta brutal no corredor: punhais gêmeos rasgando exoesqueletos, fogo azul e faísca.
Créditos! Quanto você quiser!
Coronel que rouba do povo, o sertão cobra.
Ele leu os crimes de cada um, apontando o punhal, um por um.
O cofre arrombado. Contratos de escravos queimando numa pira de plasma azul.
Na beira da torre, ao amanhecer, os libertos aclamando na praça embaixo.

Ele voltou pro sertão num esquife corporativo roubado, a torre ardendo pra trás.
Festa na vila em honra dele. Crianças penduradas no casaco de couro.
Momento quieto: ele riscou o último nome da lista e queimou o papel. Fumaça subindo pras estrelas.
O sorriso morreu — uma fenda temporal se abria sobre a vila. Naves da Agência descendo.
O Caçador saindo da fenda — outro cangaceiro fora-do-tempo, punhais já acesos, sem código nenhum no olhar, espelhando a postura do herói.