
Lampião Contra o Tempo
Lampião Negro · HQ 5 de 5 · 50 páginas
O Tribunal do Tempo decreta: Virgulino Ferreira nunca deveria ter existido em 3000. Apagar ou resistir? Lampião escolhe a terceira via — aquela que só cangaceiro conhece: ele sequestra o próprio julgamento e põe a Agência no banco dos réus. O sertão inteiro como testemunha.
Antagonista
Tribunal do Tempo
HQ completa: R$ 14,90
Amostra grátis: as 3 primeiras páginas, para ler online ou baixar.
Amostra grátis
Páginas 1–3 de 50 ·

O Tribunal do Tempo decretou: Virgulino Ferreira nunca deveria ter existido em 3000.
As acusações projetadas em hologramas ardentes: cada assalto, cada morte, a lenda inteira.
Ele riu na cara dos juízes, correntes de tempo congelado estalando, sorriso desafiador.
A sentença: apagamento temporal. Um vazio branco se abrindo sob ele.
No último instante, o bando arrombou os portões do tribunal, armas em chamas. O resgate começava.

A terceira via — que só cangaceiro conhece: ele sequestrou o próprio julgamento.
Ele tomou o malhete temporal e arrastou os diretores da Agência pro círculo dos réus.
Os crimes deles projetados: linhas do tempo apagadas, inocentes assassinados.
Os juízes de engrenagem viraram o olhar pros diretores. Sentença: apagamento. Eles, gritando, no vazio branco.
Ele tirou o chapéu pros juízes e saiu livre com o bando. O sertão, aplaudindo.

Ele e o bando cavalgando pra fora dos portões, livres, o sertão à frente.
Vilas do Sertão Quântico em festa, fogueiras acesas, a lenda se espalhando.
Sozinho numa duna ao pôr do sol, ele tirou os óculos escuros. Olhos cansados — o preço da ousadia.
Uma menina se aproximou, oferecendo uma flor. Ele se ajoelhou pra aceitar. Gentil.
Lá no alto, a própria Foice do Tempo descia do céu em direção a ele, a lâmina brilhando, escolhendo seu próximo ceifador.
Lampião Contra o Tempo — amostra grátis
OS CEIFADORES · @ollidesignergráfico

O Tribunal do Tempo decretou: Virgulino Ferreira nunca deveria ter existido em 3000.
As acusações projetadas em hologramas ardentes: cada assalto, cada morte, a lenda inteira.
Ele riu na cara dos juízes, correntes de tempo congelado estalando, sorriso desafiador.
A sentença: apagamento temporal. Um vazio branco se abrindo sob ele.
No último instante, o bando arrombou os portões do tribunal, armas em chamas. O resgate começava.

A terceira via — que só cangaceiro conhece: ele sequestrou o próprio julgamento.
Ele tomou o malhete temporal e arrastou os diretores da Agência pro círculo dos réus.
Os crimes deles projetados: linhas do tempo apagadas, inocentes assassinados.
Os juízes de engrenagem viraram o olhar pros diretores. Sentença: apagamento. Eles, gritando, no vazio branco.
Ele tirou o chapéu pros juízes e saiu livre com o bando. O sertão, aplaudindo.

Ele e o bando cavalgando pra fora dos portões, livres, o sertão à frente.
Vilas do Sertão Quântico em festa, fogueiras acesas, a lenda se espalhando.
Sozinho numa duna ao pôr do sol, ele tirou os óculos escuros. Olhos cansados — o preço da ousadia.
Uma menina se aproximou, oferecendo uma flor. Ele se ajoelhou pra aceitar. Gentil.
Lá no alto, a própria Foice do Tempo descia do céu em direção a ele, a lâmina brilhando, escolhendo seu próximo ceifador.